A esquina da rua discreta parecia mais silenciosa. Era nosso último encontro. Não estávamos exatamente tristes. Sempre soubemos que nossa história seria curta. Mas o que fazer com o desejo incontornável de prolongá-la? Nossos olhares buscavam se fixar em algum canto, apenas para fugir do contato direto. As palavras poderiam ser perigosas, então, falamos pouco nessa noite. E tudo o que deixamos de dizer ecoaria dentro de nós, por um longo tempo. Na hora do adeus, fingiríamos alguma coragem. A dor maior ainda estava por vir.
Eligio Moura
Bom dia, poetisa.
O conto foi curto e tenso como o momento vivido por tantos fins de relacionamento. A vontade é de sumir. E a dor maior vem de depois, mas pode ser menor que a continuação da relação. Parabéns.
Nelson de Medeiros
Boa noite , menina.
Tu voz é muito boa para declarmar; E teus contos geram a poesia. Queria ouvir-tedeclamando uma poesia. rs
1 ab
Erreve
Poetisa, gravei um áudio desse conto. Podes me enviar o seu contato? Se gostar, publique. Chame no rafviana@gmail.com Abraço
Ana Maria Brasiliense
Nenhum adeus é fácil, principalmente quando existe ainda o amor....Obrigada pelo carinho de tuas palavras como sempre na minha escrivaninha..Te desejo um Maravilho e Feliz Natal!.. bjs
Ejedib
Olá, Bom dia, ontem postei um comentário, mas, não está registrado , não entendi, mas, o seu áudio é bastante interessante e pode ser comparado a outros acontecimentos reais. Falar pouco, AH!!n isto às vezes funciona, pois, a palavra mal dita, pode ser comparada a uma flecha lançada ao ar, pois , antes de ser lançada é preciso verificar se não está envenenada... Abraços EJ...!!!